quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Um nota sobre Francesca Albanese

É curioso, ou talvez trágico, observar como certas vozes na arena internacional ainda conseguem apresentar o Hamas como uma “força política democraticamente eleita”, como fez a Sra. Francesca Albanese, "Relatora Especial sobre os territórios palestinianos ocupados" da ONU. Permitam-me recordar que Hitler também chegou ao poder por via eleitoral. A legitimação pela urna não transforma criminosos em estadistas, nem assassinos em benfeitores. A democracia, quando esvaziada de princípios éticos, é apenas um ritual numérico que pode coroar a barbárie.

Chamar o Hamas de movimento “político” e não de bando assassino é uma afronta não só às vítimas israelenses massacradas em ataques terroristas, mas também à própria ideia de civilização ocidental. A confusão entre representação política e tirania sangrenta é uma cegueira moral perigosa, típica dos que se perdem em ideologias vazias e relativismos tóxicos.

Israel, ao contrário, representa uma democracia vibrante, plural, onde muçulmanos, cristãos e judeus podem votar, falar e viver sob o império da lei. Já o Hamas governa pela opressão, pelo medo e pela glorificação da morte. Que espécie de “direitos humanos” defende uma relatora que se recusa a chamar o mal pelo nome?

A lição é simples: a História não absolve quem fecha os olhos ao terror. Francesca Albanese deveria recordar que justificar assassinos disfarçados de políticos é não só um erro intelectual, mas uma cumplicidade moral.

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