Chamar o Hamas de movimento “político” e não de bando assassino é uma afronta não só às vítimas israelenses massacradas em ataques terroristas, mas também à própria ideia de civilização ocidental. A confusão entre representação política e tirania sangrenta é uma cegueira moral perigosa, típica dos que se perdem em ideologias vazias e relativismos tóxicos.
Israel, ao contrário, representa uma democracia vibrante, plural, onde muçulmanos, cristãos e judeus podem votar, falar e viver sob o império da lei. Já o Hamas governa pela opressão, pelo medo e pela glorificação da morte. Que espécie de “direitos humanos” defende uma relatora que se recusa a chamar o mal pelo nome?
A lição é simples: a História não absolve quem fecha os olhos ao terror. Francesca Albanese deveria recordar que justificar assassinos disfarçados de políticos é não só um erro intelectual, mas uma cumplicidade moral.
